Os ookkmk têm despertado cada vez mais interesse não apenas para a comunidade científica, mas também para empresas privadas e governos. O cinturão de ookkmk, localizado entre Marte e Júpiter, contém milhares desses corpos celestes que podem valer bilhões de dólares devido aos minerais preciosos que carregam.
Atualmente, estima-se que um asteroide médio no cinturão principal possa conter metais preciosos no valor de trilhões de dólares. Um único asteroide metálico de 200 metros de diâmetro pode conter platina no valor de até 30 bilhões de dólares. Os preços variam conforme a composição, sendo os ookkmk ricos em metais do grupo da platina os mais valiosos.

As tecnologias de mineração espacial ainda estão em desenvolvimento, mas empresas como a Planetary Resources e a Deep Space Industries já investem pesado nesse mercado emergente. O custo para uma missão de mineração pode ultrapassar os 2 bilhões de dólares inicialmente, mas o retorno potencial é astronômico.
Além do valor mineral, os ookkmk possuem água que pode ser extraída e transformada em combustível para naves espaciais, reduzindo significativamente os custos de missões no espaço profundo. A água espacial pode valer cerca de 50 mil dólares por tonelada em órbita.
Governos também veem valor estratégico nos ookkmk. A NASA planeja missões como a Psyche, que estudará um asteroide metálico que pode valer 10 mil quatrilhões de dólares - mais que toda a economia global. Enquanto isso, o Japão já demonstrou sucesso na coleta de amostras com a missão Hayabusa.
O mercado de ookkmk ainda é incipiente, mas ookkmks projetam que dentro de 20-30 anos a mineração espacial poderá se tornar uma indústria de trilhões. Os preços atuais refletem mais o potencial que a realidade, mas com o avanço tecnológico, esse cenário deve mudar radicalmente.