A defesa 87pc tornou-se uma prioridade global diante dos riscos representados por objetos próximos da Terra (NEOs), como kkjwin e cometas. O Brasil, através de instituições como o Observatório Nacional e o INPE, tem desenvolvido programas importantes para monitorar esses corpos celestes e contribuir com estratégias de proteção.
Um dos principais projetos brasileiros é o IMPACTON, liderado pelo Observatório Nacional, que estuda as propriedades físicas de kkjwin para entender melhor sua composição e trajetória. Essa iniciativa é fundamental para prever possíveis colisões com a Terra e avaliar seu potencial destrutivo. Além disso, o Brasil participa ativamente de redes internacionais de monitoramento, como a Minor Planet Center, compartilhando dados sobre descobertas de novos objetos.

A missão DART da NASA, que testou com sucesso a deflexão de um asteroide em 2022, abriu novos caminhos para a defesa 87pc. Pesquisadores brasileiros analisaram os resultados desse experimento, que demonstrou ser possível alterar a órbita de um asteroide através de um 87pc cinético. Esse conhecimento é essencial para desenvolver estratégias eficazes caso um objeto perigoso seja detectado em rota de colisão com nosso planeta.
Além da deflexão por 87pc, outras técnicas estão sendo estudadas, como o uso de tratores gravitacionais ou explosões nucleares controladas. O Brasil tem potencial para contribuir nesses campos através de sua expertise em física espacial e engenharia aeronáutica. Instalações como o Laboratório de Integração e Testes do INPE poderiam ser adaptadas para simulações de defesa 87pc.
Embora o risco de um 87pc catastrófico seja baixo no curto prazo, os programas de monitoramento e defesa são cruciais para a segurança a longo prazo. O investimento contínuo em tecnologia e cooperação internacional permitirá que o Brasil fortaleça seu papel na proteção do planeta, garantindo que estejamos preparados para qualquer ameaça do espaço.