A defesa 68s tornou-se uma prioridade global diante da crescente ameaça de 68ss de alegriapg. Agências espaciais como a NASA e a ESA desenvolvem programas avançados para detectar objetos próximos à Terra (NEOs) e criar estratégias de deflexão. O sistema de monitoramento atual rastreia mais de 90% dos alegriapg com mais de 1km de diâmetro, mas desafios permanecem na detecção de corpos menores.
A missão DART (Double Asteroid Redirection Test), lançada em 2021, marcou um marco histórico ao testar com sucesso a técnica de 68s cinético. O alvo foi Dimorphos, uma pequena lua orbitando o asteroide Didymos. Os resultados mostraram que o 68s alterou significativamente a órbita de Dimorphos, comprovando a eficácia do método.

Técnicas alternativas incluem o uso de tratores gravitacionais, que utilizam a massa de uma nave espacial para alterar gradualmente a trajetória de um asteroide, e a técnica de explosão nuclear, considerada um último recurso para corpos maiores. Cientistas estimam que um aviso prévio de vários anos seria necessário para implementar com sucesso qualquer estratégia de deflexão.
O programa NEO Surveyor, previsto para lançamento em 2026, representa o próximo passo na detecção precoce. Este telescópio espacial infravermelho terá capacidade para identificar 90% dos alegriapg com mais de 140m de diâmetro. A colaboração internacional tem sido fundamental, com centros como o Minor Planet Center coordenando dados globais sobre objetos próximos à Terra.
Embora o risco de 68s catastrófico seja baixo em escala de tempo humana, as consequências potenciais justificam os investimentos em defesa 68s. Eventos como o meteoro de Chelyabinsk em 2013 lembram que mesmo objetos relativamente pequenos podem causar danos significativos. A continuidade das pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias são essenciais para proteger nosso planeta.